O veganismo é, antes de qualquer coisa, a consciência de que
animais são seres sencientes e nós não temos direito de
explorá-los. Assim, reduzir ao máximo, sempre que possível
o consumo de derivados de sofrimento animal é uma
necessidade coerente.
A Amazônia está
virando pasto.
Imagens de satélites não deixam dúvidas: a Amazônia está virando pasto.
Uma pesquisa revelou que lá tem mais boi do que de gente – em 2016, eram
85 milhões de cabeças de gado para 25 milhões de habitantes. E todo ano,
apenas 128 frigoríficos são responsáveis pela morte de 12 milhões animais,
que atendem a demanda interna e exportação.
A pecuária bovina é responsável pela emissão de pelo menos 50% dos
gases do efeito estufa,
principalmente do gás carbônico (CO2) e do metano (CH4). E sabe as
temidas e famigeradas monoculturas de milho e de soja? No Brasil, 44%
dessas culturas destinam-se a produzir alimentos para os animais da
indústria.
A ONU sugere que uma mudança global para o
veganismo é vital para salvar o mundo da fome,
da pobreza de combustíveis e dos piores impactos
da mudança climática.
E além disso, estamos sempre pesquisando e procurando
novas soluções e melhorias em termos de materiais. Tudo
sem crueldade, e melhor ainda: certificado pelo selo do
Peta.
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