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Pintura numerada: o que é e como começar?

Pintura numerada: o que é e como começar?

A pintura é uma forma de arte que nos ajuda a expressar ideias e sentimentos. Caso você nunca tenha pintado antes ou ainda esteja com um pouco de receio de começar, conhecer a pintura numerada pode ajudar nesse processo.


No post de hoje, vamos falar um pouco sobre o que é pintura numerada, como começar e quais são os benefícios dessa prática. Continue a leitura do conteúdo e saiba mais sobre o assunto.

O que é pintura numerada?

A pintura numerada, também conhecida como pintura terapêutica, é uma forma de pintura em que uma imagem é dividida em formas marcadas com um número. Cada número corresponde a uma cor específica, que será utilizada na área durante a pintura.


Aqui, cada pessoa irá pintar uma forma com a cor correspondente até que uma imagem seja formada. O processo é supersimples e uma ótima maneira de entender como os tons de cores e as formas funcionam, ajudando na criatividade e no alívio do estresse.


Essa técnica foi inventada em 1950 por Max S. Klein, um engenheiro americano e dono da Palmer Paint Company, em parceria com Dan Robbins, um artista comercial. Em pouco tempo, os kits de pintura numerada venderam 12 milhões de unidades. Hoje, essas pinturas continuam populares e são conhecidas pelos benefícios à saúde mental.

Quais são os benefícios da pintura numerada?

Apesar de ser bastante popular entre crianças, a pintura terapêutica numerada também é superbenéfica para os adultos, principalmente durante o isolamento social causado pela pandemia de COVID-19.


A pintura terapêutica é associada à redução do estresse e da ansiedade, tão presentes no dia a dia corrido. Ela também ajuda na concentração, no foco, na paciência, na coordenação e até na organização, sendo indicada para pessoas de qualquer idade.


Não é à toa que muita gente vem conhecendo e se apaixonando pela técnica, seja para ajudar na redução do estresse, para aprender a pintar ou mesmo como um hobby para passar o tempo enquanto as atividades não voltam ao normal.

Saiba como começar a pintar com números

Para começar a praticar a técnica é necessário ter um kit com a tela numerada para pintar, as tintas numeradas e os pincéis. Se preferir, você pode usar as versões on-line, imprimindo a imagem em casa e utilizando suas próprias tintas e pincéis. Confira algumas dicas que preparamos para te ajudar.

Escolha um lugar calmo para pintar

Antes de começar a pintar, é importante escolher uma mesa ou outra superfície reta em um local calmo e longe de distrações. Lembre-se de manter um copo com água para limpar os pincéis e um pano para secá-los.

Atenção ao tipo de tinta

Os kits costumam contar com tinta acrílica ou óleo. Aqui, o mais recomendado é dar preferência às acrílicas ou a aquarela, já que as tintas a óleo são mais difíceis de trabalhar e secam mais rápido.

Comece das áreas maiores para as menores

Na hora de começar a pintura numerada, pode ser difícil decidir por onde começar. Por isso, escolher um padrão pode facilitar o processo e evitar desperdício de tinta. Aqui, você pode começar pelas áreas maiores e depois partir para as menores, o que dá um pouco mais de prática com o pincel e facilita a pintura das áreas pequenas.

Deixe as misturas de cores para o final

Durante o processo de pintura, o ideal é começar pelas áreas mais escuras ou mais claras antes. Essa parte ajuda a entender melhor a tonalidade das cores e deixa o momento mais difícil, que é a mistura de tons, para o final.


Quando chegar a parte da mistura, você verá dois números em cada forma. Isso indica que aquela parte precisa de duas cores, e aí, é preciso misturá-las. Para isso, basta escolher uma proporção igual entre as duas e fazer a mistura em uma superfície.

Insecta: solte a sua criatividade com a gente

Além de ajudar no estresse, a pintura numerada é uma ótima forma de soltar a criatividade e se expressar a partir das cores e formas. Na Insecta, acreditamos no poder da expressão de cada um, por isso, temos um ebook livro de colorir para te ajudar a se conectar com o seu lado criativo.


Trabalhamos nosso livro no modelo “pague o quanto quiser” para incentivar o acesso a todas as pessoas. Depois da compra, você recebe o material por e-mail, imprime e já pode começar a fazer as suas pinturas. Faça o download e coloque o seu toque de cor com a gente!



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Nos ajude a fechar o ciclo do seu Insecta!

O consumo consciente e a circularidade são ideias centrais na Insecta. Por isso, nos preocupamos em acompanhar todo o ciclo de vida dos nossos sapatos, inclusive ajudando a direcioná-los para o descarte ideal, transformando-os em novos produtos.

Depois de usar seu Insecta até não querer mais, você pode devolvê-lo em uma de nossas lojas físicas ou enviá-lo pelo Correio de volta pra gente. Além de evitar que mais lixo seja jogado no mundo, você ganha um cupom de R$ 50 de desconto para usar na próxima compra.

E o que acontece depois?
O sapato é desmontado e seus componentes são destinados para reciclagem.

O cabedal e a palmilha são transformados em novas palmilhas e o solado é triturado e vira um novo solado.

Devolva seu besouro usado
Pra isso, você tem que nos mandar os seus besouros bem identificados, com nome e email pra que possamos te mandar o nosso presente de agradecimento, tá?

Loja Insecta Shoes A/C Dpto Logística Reversa
Rua dos Pinheiros, 342
05422-000
São Paulo - SP


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Feito por e para mulheres negras: conheça a potência transformadora do Fundo Agbara

Feito por e para mulheres negras: conheça a potência transformadora do Fundo Agbara

Nosso Planner Feminista 2021 conta algumas histórias de mulheres que tiveram coragem para se posicionar e buscaram transformar o mundo ao seu redor ao longo da história. Desde que o Brasil é Brasil, mulheres – em especial, mulheres negras – se movimentaram em busca de sobrevivência, de liberdade, de direitos. Dos quilombos a Black Lives Matter, falamos de mulheres como Alqualtune, Tereza de Benguela, Maria Firmina dos Reis, Laudelina de Campos Melo, Tia Ciata, Lélia Gonzalez e Nina Silva.

Agora, queremos falar sobre Iara Teixeira, Fabiana Aguiar, Carolina Pinho, Aline Odara e Mariana Pimentel e sobre a potência do Fundo Agbara, organização sem fins lucrativos de impacto social, criada por elas para fomentar empreendedoras negras e periféricas de 20 cidades da região de Campinas, em São Paulo.

"O Fundo Agbara é o primeiro fundo para mulheres negras do Brasil. Sabemos que as práticas solidárias e de arrecadação entre a comunidade negra são históricas e ancestrais. No entanto, o Fundo Agbara é a primeira organização de mulheres negras que se apresenta à sociedade como um fundo. Uma iniciativa inovadora que busca financiamento para garantir perenidade às suas ações!" - Fundo Agbara

Já deu pra entender a força que esse projeto tem, né?

Tem mais! Em suas três frentes de atuação (aportes financeiros, assessorias e formações técnicas e cidadãs), o Agbara promove geração de renda, educação qualificada, equidade racial e de gênero, defesa de direitos, empoderamento feminino e racial, consciência cidadã, diálogos com importantes atores do setor público, redução das desigualdades, erradicação da pobreza, empreendedorismo, economia criativa, trabalho decente e crescimento econômico, consumo responsável, combate ao racismo institucional, saúde e bem-estar, acessos materiais e simbólicos, desenvolvimento comunitário (comunidades sustentáveis) e cultura de doação.

Em seus primeiros 8 meses de existência, o fundo reuniu mais de 270 doadores recorrentes, prestou mais de 150 atendimentos e articulou uma rede com mais de 100 empreendedoras.

Acreditando na potência transformadora desse projeto, a Insecta escolheu o Agbara para receber o repasse de 2% da venda bruta do nosso planner, o equivalente a R$ 9.000.

A partir de agora, convidamos também nossa comunidade de clientes, colaboradores, seguidores e parceiros a conhecer melhor trabalho dessas mulheres, a divulgar suas ações e a doar para o fundo. Com a partir de R$ 20 mensais, você pode ajudar a construir novas histórias de transformação.

SAIBA COMO SE TORNAR DOADOR(A) DO AGBARA

"Ser uma pessoa doadora é firmar um compromisso real e efetivo com a luta antirracista! Se você acredita na equidade racial e de gênero, se tem desejo de colaborar com a transformação da sociedade, a doação é uma das formas de sua contribuição para esta transformação" - Fundo Agbara

Site do Fundo Agbara
Instagram do Fundo Agbara

Fotos: Pexels e Arquivo Pessoal

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Fizemos uma collab com a Renner!

Fizemos uma collab com a Renner!

Um armário cápsula com peças transformáveis, feitas com tecidos que seriam descartados, que combinam entre si e podem compor até 30 looks diferentes. Mais bolsas e calçados com matéria-prima sustentável, como borracha e tecido de garrafa PET reciclados.

Assim é nossa primeira collab com a Renner, que acaba de chegar ao site da principal varejista de moda do país e a 25 lojas físicas em todo o Brasil!

A coleção, que tem peças versáteis e atemporais como vestido, jaqueta, kimono, camisa, papete e mochila, é fruto de um trabalho colaborativo entre as equipes de estilo da Renner e da Insecta.

Com esse encontro, o objetivo era gerar o menor impacto possível, dando um novo significado a matérias-primas paradas em fornecedores da Renner. O resultado foi o reaproveitamento de mais de 4 mil metros de sobras de tecidos, que ganharam novas formas nas peças da collab.

Pra Insecta, receber o convite pra criar uma coleção com a Renner foi um grande reconhecimento e uma oportunidade incrível de ampliar nosso trabalho em defesa do consumo consciente, que começou há mais de 7 anos.

Polinizar o mundo com estilo, diversão e consciência é a nossa missão. E a Renner, que tem ações importantes na frente de sustentabilidade e compromissos públicos para gerar menos impacto como ter 80% dos produtos menos impactantes e suprir 75% do consumo corporativo de energia com fontes renováveis de baixo impacto se mostrou uma grande parceira pra isso.

RENNER + INSECTA: CONHEÇA A COLEÇÃO COMPLETA

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Insecta + Nátaly Neri: uma coleção vintage como você nunca viu!

Insecta + Nátaly Neri: uma coleção vintage como você nunca viu!
Pra quem não lembra – ou tá chegando agora ;) –, a Insecta surgiu há 7 anos da ideia de transformar roupas de brechó em sapatos veganos.

Já há 5 anos, a Nátaly Neri, até então estudante de ciências sociais, começava seu canal no YouTube falando sobre feminismo negro, autoestima, maquiagem, veganismo e brechós. Garimpeira desde sempre, a Nátaly dava dicas para encontrar peças e transformá-las de maneira descomplicada.

Não tinha como não dar match, né?

Dando as mãos à dona dos cabelos verdes mais famosos e de um guarda-roupa cheio de identidade, mergulhamos em brechós e criamos juntes uma coleção incrível de sapatos, bolsas e mais uma novidade inédita: roupas de brechó garimpadas com a Nátaly!

>>> Conheça a coleção completa



Todos os dias, 383 milhões de novas peças de roupas são fabricadas no mundo. Isso significa 4400 por segundo

Como a gente, a Nátaly acredita que o produto mais verde é aquele que já existe. Em vez de comprar mais uma roupa nova, por que não ressignificar uma peça que já foi usada? Seja montando novos looks com roupas de brechó, seja transformando-as em sapatos ou bolsas, essa collab reúne circularidade, upcycling e muito estilo.

Já no primeiro encontro para falar da collab, Nátaly trouxe uma ideia diferente para nossos vintages: fazer sapatos e bolsas usando a técnica de patchwork, que cria novos padrões a partir de retalhos de tecidos, em uma estética artesanal e única.

Através das mãos das mulheres do projeto Pano Perfeito, no Rio Grande do Sul, criamos as primeiras colchas de retalhos que deram origem a peças superexclusivas dessa coleção.

Você sabia que apenas um quarto das roupas descartadas em todo o mundo são coletadas para reuso ou reciclagem? E ainda: só 1% do material usado na produção de roupas é reciclado e transformado em novas roupas

Durante o processo, porém, percebemos que não seria viável - nem sustentável - fazer uma coleção completa dessa forma. Com tecidos de tamanhos diferentes, o resultado foram poucos metros de patchwork, poucos calçados por estampa e algumas sobras de tecidos que não poderiam ser aproveitados como gostaríamos.



Então, Nátaly veio com mais uma ideia: usar os tecidos inteiros e fazer um acabamento com desfiados, mantendo a proposta de uma estética artesanal.

O resultado é uma coleção completamente diferente de todos os vintages que você já viu por aqui!

16 caminhões de lixo têxtil - o equivalente a 45 toneladas - são descartados por dia só na região do Brás, em São Paulo, segundo relatório "Fios da Moda"
São 5 modelos de calçados, sendo 2 deles inéditos no portfólio da Insecta – Bengalia e Verticia – e um modelo de bolsa com 7 combinações totalmente únicas.

Todas as peças feitas com tecidos de roupas usadas ou de sobras da produção têxtil, como veludo, cetim e cortiça. Desde dezembro de 2020, Nátaly e Yara Rufina, nossa Analista de Estilo e garimpeira oficial dos vintages, foram a 4 brechós, ao Banco de Tecido e ao depósito onde guardamos retalhos de coleções vintages passadas.

Com os tecidos escolhidos, elas se reuniram novamente no apartamento da nossa Head de Produto, Bia Futlik, para fazer as combinações que deram origem a cada peça de calçado da coleção.



Pra completar a collab, mais de 100 peças de brechó garimpadas com muito carinho e o olhar apurado de quem tem um guarda-roupa vintage.

E roupa de brechó você já sabe, né? Só tem uma de cada, bem exclusivo mesmo.

Insecta + Nátaly Neri: conheça a coleção completa no site!


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A revolução na moda é sistêmica e não dura 1 semana

A revolução na moda é sistêmica e não dura 1 semana
Quando você compra uma peça de moda, pensa em como e por quem ela foi feita? Essa é a provocação do movimento Fashion Revolution: "Quem fez minhas roupas?".

Se você chegou há pouco tempo por aqui, Fashion Revolution é uma campanha global que pede transparência, ética e sustentabilidade na cadeia produtiva da moda. Ela nasceu após o desabamento do edifício Rana Plaza, em Bangladesh, que deixou 1.134 pessoas mortas e 2.500 feridas em 24 de abril de 2013. Repleto de sweatshops (fabriquetas e facções de costura que produzem principalmente para marcas de fast-fashion), o prédio virou um símbolo da precariedade de trabalhadores da indústria têxtil que são explorados em condições desumanas para receber alguns centavos por peça.

O movimento começou no aniversário da tragédia, cresceu e hoje ocorre ao longo da Semana Fashion Revolution com atividades promovidas por voluntários em 100 países pedindo mais transparência, responsabilidade e ética na moda.

E, se ficou conhecido pelas imagens da plaquinha com a pergunta lá do início, o movimento vai muito além disso. Afinal, a revolução na moda é sistêmica e não dura 1 semana.

"Nós queremos que você pergunte: 'Quem fez minhas roupas?'. Essa ação irá incentivar as pessoas a imaginarem o 'fio condutor' do vestuário, passando pelo costureiro até chegar no agricultor que cultivou o algodão que dá origem aos tecidos. Esperamos iniciar um processo de descoberta, aumentando a conscientização de que a compra é apenas o último passo de uma longa jornada que envolve centenas de pessoas, e realçando a força de trabalho invisível por trás das roupas que vestimos"
Orsola de Castro, cofundadora do movimento

A revolução deve ser transparente

Aqui na Insecta, desde o primeiro dia, trabalhamos com muita transparência. Com frequência falamos sobre os processos na produção dos nossos sapatos, abrimos os custos dos nossos produtos e no fim do ano divulgamos nosso Relatório de Impacto Socioambiental, detalhando o impacto do nosso trabalho ao longo do tempo.

Abaixo, listamos algumas ações que tivemos em 2020 e que seguem com metas ainda maiores para os próximos anos:

> Análise comparativa entre matérias-primas: criamos um sistema de pontuação que dá notas às matérias-primas de acordo com os impactos de cada uma em todo o processo de produção. Analisamos aspectos como o desperdício e a poluição nas etapas de design, produção e descarte; circularidade e origem dos materiais.

> Modelo de produção por encomenda: grande parte dos nossos produtos agora é feita sob demanda, o que significa que só começamos a fabricá-lo depois que o pedido é feito no site. Assim, evitamos o desperdício de matéria-prima e a superestocagem de produtos.

> Aumento do índice de diversidade no time: fechamos o ano de 2020 com uma equipe de 24 pessoas, composta por 79% de mulheres, 47,4% de pessoas que se identificam como afrodescendentes e 21,1% LGBTQIA+.

> Fechamento de ciclo de tênis de outras marcas: além de receber nossos próprios produtos em fim de ciclo para reciclagem, com o lançamento do nosso modelo de tênis passamos também a aceitar tênis de outras marcas, geralmente descartados de forma incorreta.

> Aumento da geração de empregos indiretos: ao escolher nossos parceiros, damos prioridade àqueles que compartilham dos nossos valores e que buscam causar impacto positivo. Em 2020, por meio deles, geramos mais de 90 empregos indiretos, um crescimento de 50% em relação a 2019.

Saiba mais sobre essas e outras ações, além das nossas principais metas até 2025 no nosso Relatório de Impacto Socioambiental.

A revolução é sistêmica, não dura 1 semana e se faz com transparência, no dia a dia, o ano inteiro.

Agora a gente quer ouvir você: o quer saber da gente em termos de transparência? Continue lendo

6 vozes indígenas de "Falas da Terra" para ouvir, seguir e conhecer mais

6 vozes indígenas de "Falas da Terra" para ouvir, seguir e conhecer mais

Com diferentes origens e vivências, elas são um retrato da pluralidade dos povos indígenas no Brasil. Seus rostos e vozes apareceram nesta semana no especial "Falas da Terra", exibido pela Rede Globo e disponível no Globoplay, programa que reuniu 21 depoimentos de pessoas sobre preservação da cultura, proteção do meio ambiente, histórias de resistência e outros temas.

Conheça um pouco das histórias dessas indígenas e acompanhe seu trabalho nas redes sociais:

Djuena Tikuna (Povo Tikuna) – Primeira indígena a protagonizar um espetáculo musical no Teatro Amazonas, a cantora luta pela preservação da cultura por meio da música.



Emerson Uýra – Bióloga, artista visual e educadora, Uýra atua na luta pela preservação ambiental através da arte e pelo respeito à diversidade. Se apresenta como uma “árvore que anda”, uma referência ao seu conhecimento científico e das propriedades medicinais das plantas.

Alessandra Korap Munduruku (Povo Munduruku) – Líder indígena, a ativista luta contra a invasão dos territórios indígenas e a favor da demarcação de terras. É uma voz potente contra os grandes empreendimentos e o garimpo na bacia do rio Tapajós.




Dayana Molina – Estilista, dona de uma marca de moda e artvista, luta pela descolonização da moda, pela divulgação da cultura indígena e pela ocupação dos espaços.

Myriam Krexu (Povo Guarani Mbyá) – Primeira cirurgiã cardiovascular indígena do Brasil, luta para que todo indígena tenha acesso a uma educação básica de qualidade e possa chegar à universidade.

Telma Taurepang (Povo Taurepang) – Coordenadora-geral da União das Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira (UMIAB), que representa nove estados e 23 organizações de mulheres indígenas.

No perfil dela, você vai conhecer muitas outras mulheres indígenas deste país.


Conheça todos os personagens de "Falas da Terra" aqui.

Foto: Diego Janatã/Divulgação TV Globo

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3 receitas de sorvetes veganos fáceis de fazer

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Sorvete de fruta é a cara do verão, mas vai bem em qualquer estação. Separamos três receitas veganas superfáceis, ótimas para refrescar e variar sabores, com abacaxi, manga e melancia. 🍍🥭🍉

Anota aí e depois nos conta como ficou!

🍍 ABACAXI CREMOSO
> Ingredientes
2 xícaras de abacaxi maduro picado
200 ml de leite de coco
4 colheres de sopa de açúcar cristal orgânico
3 colheres de sopa de farinha de arroz
100 gramas de coco ralado

> Modo de preparo
Pique o abacaxi sem a casca e cozinhe em uma panela com o leite de coco, o açúcar e a farinha de arroz por cerca de 5 minutos, em fogo baixo. Bata a mistura no liquidificador até ficar homogêneo e acrescente o coco ralado. Leve ao freezer por 4 horas.

🥭 MANGA PRÁTICO
> Ingredientes
2 mangas picadas e previamente congeladas
Meio copo de água de coco ou leite de coco

> Modo de preparo
Bata os ingredientes em um processador ou liquidificador, até ficar cremoso. Consuma na hora, pois depois de guardado tende a mudar a textura.



🍉 MELANCIA COM HORTELÃ

> Ingredientes
1 xícaras de água
1 xícaras de açúcar
6 folhas de hortelã
4 xícaras de melancia sem sementes, em pedaços
1 xícaras de suco de limão fresco

> Modo de preparo
Ferva, em fogo alto, a água, açúcar e folhas de hortelã, mexendo até que o açúcar se dissolva. Descarte a hortelã e refrigere a mistura até ficar fria. Coloque os pedaços de melancia, o suco de limão e a mistura no liquidificador e bata até ficar homogêneo. Despeje em um recipiente com tampa e coloque no freezer por até 2 horas para congelar.


>>>>> Quer outras receitas de doces veganos? Baixe agora nosso ebook "Doces Veganos", feito em parceria com a Vovó Vegana, e pague quanto quiser por ele.

Fotos: Kelsey Curtis e Elena Koycheva / Unsplash Continue lendo

Ficar em casa é consciência coletiva

Ficar em casa é consciência coletiva
Mais de um ano depois do início da pandemia de Covid-19, voltamos a repetir, com ainda mais força: Se puder, fica em casa.

No momento em que vivemos o pior cenário desde que o vírus começou a se espalhar pelo planeta, quando o Brasil atingiu marcas como a de mais de 3.000 em apenas um dia e mais de 300.000 no total , não é possível ter outro posicionamento.

Ficar em casa é cuidar de si mesmo e cuidar dos outros. Estamos cansados de saber que uma das poucas formas eficientes de frear a disseminação do coronavírus é manter o distanciamento social, especialmente em um país onde ainda não há um plano concreto de vacinação para toda a população.

Ficar em casa agora é cuidar do país. Ficar em casa é cuidar do planeta. Ficar em casa é consciência coletiva. Num país em que a principal liderança ignora a ciência, as autoridades internacionais de saúde e até mesmo pressões políticas de governadores e prefeitos, sendo diretamente responsável por milhares de mortes diárias, ficar em casa também é um ato de resistência.

Isso, claro, falando de quem tem condições de trabalhar, estudar, de viver sem precisar sair de casa para se manter. Enquanto contamos os mortos pela pandemia, as populações mais vulneráveis sofrem também com o aumento do desemprego, da desigualdade e da fome.

Se você pode, fica em casa. Quando o governo do seu estado ou da sua cidade adianta uma série de feriados, por exemplo, é para que menos pessoas precisem sair para trabalhar e mais gente possa ficar em casa. Não é para que você possa curtir uns dias no litoral ou no campo.

Aqui na Insecta, seguimos em esquema de home office. Durante a fase vermelha em São Paulo, nossas lojas físicas também estão fechadas. Só vamos reabri-las quando acreditarmos que temos as condições necessárias para poder receber nossos clientes com segurança para todos. Acreditamos que a responsabilidade também está nas condutas individuais e corporativas.

Seu comportamento ajudou a salvar vidas

Naqueles momentos em que bater a dúvida se o que você fez até aqui adiantou, pense nas mortes que o seu comportamento, somado ao de outras milhões de pessoas, ajudou a evitar. Pesquisas divulgadas em 2020, por exemplo, apontaram que, em um mês de isolamento, mais de 100 mil vidas podem ter sido poupadas no país.

E, claro, ficar em casa não é a única coisa que podemos fazer. Diante de um estado genocida e de mais uma faceta da necropolítica brasileira, é fundamental trabalhar em um projeto de longo prazo, com atuação de toda a sociedade para conter os danos e restaurar o tecido social.

Recuperando parte do que já falamos neste texto em parceria com Modefica, será preciso uma união e mobilização social mais ampla para inverter a percepção da sociedade sobre a prática do Estado de matar.

A costura desse novo tecido social só será feita com muita solidariedade – e não menos intenção. O que implica em repensar a política, o papel do Estado e quais pessoas escolheremos para representar e agir pelos interesses coletivos. Em uma sociedade minimamente sã, isso significa escolher lideranças que valorizem a vida de todas as pessoas.

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil Continue lendo

Mulheres e negros em luta por direitos

Mulheres e negros em luta por direitos
"Quando a mulher negra se movimenta, toda a estrutura da sociedade se movimenta com ela", Angela Davis (1944), filósofa e ativista norte-americana

Os movimentos negros e feministas têm seus marcos históricos no Brasil, mas antes mesmo de serem definidos como tal, com organizações e líderes, a população negra e as mulheres construíram trajetórias de resistência.

Em plenos anos 2020, é impossível falar dessas lutas separadamente. Ao olhar para os caminhos que nos trouxeram até aqui, é preciso fazer intersecções entre as jornadas. Falar das lutas das mulheres sem tocar nas questões de raça é reproduzir opressões e deixar de fora uma grande parcela da população. Contar histórias de resistência do povo negro sem destacar o protagonismo de inúmeras mulheres, desde o período colonial, é apagar a memória de Dandaras, Terezas, Lélias, Marielles.

O feminismo ocidental surgiu entre mulheres brancas, que buscavam os mesmos direitos civis dos homens brancos, enquanto mulheres negras sofriam as consequências escravatura. Até hoje, as mulheres negras estão na base da pirâmide social e há uma relação direta entre escravidão e trabalho doméstico. Desde que o Brasil é Brasil, mulheres – em especial, mulheres negras – se movimentaram em busca de sobrevivência, de liberdade, de direitos. Dos quilombos a Black Lives Matter, é um pouco dessas histórias que contamos no nosso Planner Feminista 2021.

Veja algumas das mulheres que lutaram por igualdade citadas no nosso planner:

> Aqualtune, princesa congolesa presa e vendida como escrava no Brasil e avó materna de Zumbi, que colocou abaixo o engenho onde vivia e libertou centenas de escravizados.

> Tereza de Benguela, uma das líderes do Quilombo do Piolho, conhecido como Quariterê, o maior do Mato Grosso, onde viviam negros e indígenas.

> Nísia Floresta, considerada pioneira na educação feminista no país, autora de "Direitos das Mulheres e Injustiça dos Homens", publicado em 1832.

> Maria Firmina dos Reis, primeira mulher a publicar um romance no Brasil: "Úrsula", considerado o primeiro livro abolicionista da literatura brasileira.

> Alzira Teixeira Soriano, primeira mulher da América Latina a assumir a prefeitura de uma cidade, Lajes (RN), eleita em 1928.

> Laudelina de Campos Melo, fundadora da primeira associação - que deu origem ao primeiro sindicato - das empregadas domésticas, nos anos 30.

> Tia Ciata, considerada uma das figuras mais influentes do início do samba carioca, a mãe de santo abri sua casa para a prática da música, perseguida no pós-abolição.

> Lélia Gonzalez, antropóloga, ativista e uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado (MNU) nos anos 1970.

> Nina Silva, fundadora do Movimento Black Money no Brasil, que busca fomentar o empreendedorismo negro, por meio de consultorias, serviços e capacitação.

Nesta primeira semana de março, na compra do planner e de mais um item selecionado (pode ser outro planner, uma ecobag ou um chá Feminist Tea), você ganha 15% de desconto no kit escolhido.

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Opssss

A gente tá trabalhando em algumas novidades e por isso a loja estará instável das 15h as 24h.

Logo, logo estaremos de volta, tá!