7 motivos para dar play na Insecta Apresenta

Música

7 motivos para dar play na Insecta Apresenta

No começo de janeiro, o casulo da Insecta no Spotify foi repaginado. No nosso novo espaço, guardamos um lugarzinho pra compartilhar com vocês as bandas brasileiras que acompanhamos e que uma galera (infelizmente) ainda não conhece. Pra instigar ainda mais vocês a dar uma forcinha pra esse pessoal independente, nós contamos um pouquinho mais sobre 7 artistas incríveis que estão nessa playlist. Vem conhecer:

 

1_TOM GANGUE

A Tom Gangue vem lá de Queimados, interior do Rio de Janeiro. O quarteto foi formado em 2012 por primos, mas só lançou o primeiro registro em 2015: o EP “Pra Praticar”. No début, eles apostaram em um indie rock inspirado no lo-fi dos anos 1990. Mas, ano passado, a banda voltou sintonizada em outra década: a de 1980 e seu new wave. O EP “Grande Esperança”, produzido pelo incrível Gabriel Guerra, vocalista do Séculos Apaixonados (que também tá na Insecta Apresenta), é bem dançante e ensolarado. Rola até uma música chamada “Baladinha”, pra ninguém ficar parado.

tom gangue

 

2_HAICU

Ele é compositor, ela é atriz. A Haicu é formada por um casal que desde o início tinha tudo para ser uma banda, e agora é. O álbum do duo carioca saiu no ano passado e mescla batidas leves, inspiradas principalmente na MPB dos anos 1960 e 1970, acompanhadas de letras duras em forma de haicu. Pra quem não sabe, haicu é o nome em japonês pra haicai, aquelas poesias, sabe? Ou seja, essa banda é só ♥

Haicu1

 

3_PRATAGY

Aila, Jaloo, Felipe Cordeiro: o Pará só anda dando fruto bom. A delícia da vez é Pratagy. O projeto liderado por Leonardo Pratagy lançou faz pouquinho tempo o disco “Búfalo”. Surpreendente, o álbum contém sete faixas que vão do orgânico ao eletrônico com facilidade. Uma combinação perfeita quando a gente fala em misturar música popular brasileira e dream pop. Só podia dar coisa boa :)

pratagy

 

4_AYMORÉCO

Tá, pode mentir. Pode dizer que você tava passando pela sala quando a sua mãe tava vendo TV e deu de cara com o Chay Suede em uma novela qualquer da Globo ou até mesmo da Record. O importante é que você sabe quem ele é, e que, assim como a gente, gamou nesse rostinho. Acontece que o cara é bem mais que um rostinho bonito. Recentemente, ele lançou um projeto bem legal: a Aymoréco, um duo ao lado do Diogo Strausz. Pra quem não sabe, o Diogo é multi-instrumentista e além de ter um álbum solo interessante (Spectrum Volume I), ele também produziu o INCRÍVEL “Rainha dos Raios”, da Alice Caymmi.

aymoreco

Mas, falando de Aymoréco, a banda surpreendeu bastante ao lançar o primeiro single “Chuva de Like”, uma música que fala sobre amor e solidão em tempos de interwebs e que transita entre o pop radiofônico e os ritmos suingados do norte brasileiro. De quebra, o disco homônimo que veio em seguida continuou na mesma vibe do hit, o que encheu nosso ♥ de alegria! Enche o seu também?

 

5_QUARUP

O primeiro álbum de uma banda, na maioria das vezes, serve como um espaço pra mostrar tudo que os seus integrantes acumularam de experiência até aquele momento. Com a Quarup não foi diferente. O début da banda paulista faz tanto referência ao axé dos anos 1990 (“Quero Ir Pra Bahia com Você”), como aposta em guitarras e letras psicodélicas inspiradas em veteranos como Os Mutantes (“O Mensageiro”, “Foi Isto Um Homem”) e ainda sobra espaço pra canções mais acústicas a lá Fleet Foxes, Father John Misty (“Três da Tarde”). Como um típico registro de estreia, cada música desse disco evoca uma nova emoção, uma nova sonoridade. É de dar play e perder o fôlego com tanta surpresa.

Quarup

 

6_FELIPE S

A Mombojó é uma das bandas pernambucanas mais inventivas desde Chico Science & Nação Zumbi. Muito dessa característica do grupo se deve ao vocalista Felipe S, nome artístico de Felipe Souza de Albuquerque. Acontece que o Felipe vem trilhando uma carreira solo já faz um tempinho, mas foi no início desse ano que lançou o seu primeiro registro solo: “Cabeça de Felipe”.

felipe s

O nome do disco faz referência a uma pintura produzida pelo pai do músico ainda nos anos 1980. Além de ilustrar a capa do álbum, a obra diz muito sobre o début. As 10 faixas do disco são como extensões da consciência do Felipe, que ora tem vontade de estar perto da praia, da natureza, de viajar e outras de simplesmente estar perto de quem gosta. Não é à toa que a lista de convidados do álbum é extensa: Alessandra Leão, China, Leo Cavalcanti, Tibério Azul, Vitor Araújo. Vale muito a pena ouvir :)

 

7_ANNE JEZINI

Anne Jezini estudou Biologia e Economia antes de embarcar na carreira musical. Foi em Londres, onde morou por mais de um ano, que se descobriu cantora. De volta ao Brasil, ela entrou em contato com Lucas Santtana, com quem descolou a produção do seu segundo disco: “Cinética”, lançado em 2016.

anne jezini

O álbum é norteado por beats contagiantes envoltos de letras reflexivas e tensas cantadas em inglês, espanhol e português. A mistura de idiomas, a preferência pelo eletrônico e o tema do disco tem tudo a ver. Cinética fala sobre uma sociedade que está conectada 24h por dia e que às vezes só quer ficar em modo de voo e se divertir um pouco longe offline. Só isso já deixa o álbum super interessante, mas ainda tem mais. Ele carrega referências que vão desde Michael Jackson, passam pelos contemporâneos do Major Lazer e terminam na cumbia incrível do Bomba Estéreo.

 

Curtiu? Então, vem ouvir todos esses sons na nossa Insecta Apresenta :)

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